[E-book] Bloco K e o impacto na gestão do estoque

Para saber quais são os impactos do Bloco K no dia a dia de uma empresa, primeiramente você precisa entender do que se trata essa norma e qual é a intenção do Fisco ao exigir que as empresas se alinhem a essa obrigatoriedade.

Basicamente, o Bloco K trata da escrituração eletrônica do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque e faz parte do módulo EFD-ICMS/IPI, do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Por ele, são enviadas as informações relacionadas à produção, ao estoque e aos materiais utilizados na fabricação de todos os produtos.

De acordo com o artigo 72 do regulamento de ICMS, toda empresa deve ter o Livro de Controle de Produção e Estoque. Esse livro é totalmente destinado à escrituração dos documentos fiscais, além dos documentos de uso interno do estabelecimento. Quer dizer, todas as informações ali contidas não são passadas para terceiros, o que derruba o argumento de muitas pessoas que têm receio que o Bloco K comprometa o sigilo industrial.

Com a criação do Bloco K, indústrias e estabelecimentos atacadistas são obrigados a enviar de forma digital para a Receita Federal o Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque. Se essas informações não forem repassadas ou se elas forem encaminhadas com inconsistências, a empresa pode ser multada ou ter a emissão de notas fiscais eletrônicas suspensa.

Em caso de atraso na entrega das informações, a previsão é que a multa seja de 1% sobre o valor do estoque, acrescido de R$ 500 para empresas optantes pelo Simples Nacional e R$ 1,5 mil para as companhias enquadradas nos demais regimes. Já no caso de envio de informações incorretas, a multa é de 3% sobre as obrigações fiscais.

Vale dizer, ainda, que as empresas que recolherem valores menores do que o devido ou que não recolherem valor algum terão que pagar uma multa de 100% do valor devido. Os responsáveis pelo negócio também correm o risco de serem autuados criminalmente em razão da sonegação de impostos.

Os impactos do Bloco K na rotina das empresas

De acordo com uma pesquisa feita pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP) com empresários de contabilidade em todo o estado e divulgada na revista Exame, há uma insatisfação com a exigência. Para a maioria dos entrevistados (32%), o Bloco K resulta em mais burocracia e custos para as empresas. No entanto, apesar do descontentamento de alguns empresários, a legislação existe e precisa ser levada a sério.

A pesquisa aponta, ainda, que uma parcela das empresas (23%) deve deixar para a última hora as mudanças necessárias para atender às normas do Bloco K. Preocupados com o aumento da burocracia, como mencionamos anteriormente, esses gestores que planejam postergar a adequação ao Bloco K estarão perdendo muitas oportunidades.

Isso por que o Bloco K não traz apenas mais um processo burocrático. Como princípio, o objetivo é reunir informações relevantes sobre o estoque e a produção da empresa, que podem servir não só para fins de fiscalização do governo, mas também para que o administrador conheça em detalhes a realidade dos processos internos.

Veja quais são as informações que devem estar incluídas no Bloco K:

  • Quantidade produzida;
  • Quantidade de materiais consumidos;
  • Quantidade produzida em terceiros;
  • Quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • Movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • Materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • Materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • Materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • Lista de materiais de todos os produtos que são fabricados na produção própria e em terceiros.

 

Com esses dados, os gestores podem diminuir o tempo dedicado a cada tarefa, otimizando o fluxo de informações para as tomadas de decisão, reduzindo custos, simplificando a gestão e permitindo que ela esteja focada na produção.

Muito mais do que uma obrigatoriedade, portanto, o Bloco K tem o potencial de alavancar a gestão de um negócio e promover grandes e positivas mudanças nos resultados. Assim, se você busca estar entre aqueles empresários que fazem do limão uma limonada, aproveite a leitura do e-book Bloco K e o impacto na gestão do estoque!

O material, além de apresentar o Bloco K e suas obrigações, mostra em detalhes como um sistema de gestão integrada é essencial para deixar os dados de uma empresa padronizados, facilitando a identificação de informações e cumprindo as obrigações dentro do prazo.

No e-book, você vai entender quais são as empresas que estão sujeitas a essa obrigatoriedade, as penalidades para quem não estiver em sintonia com ela, os processos que precisam ser informados e quando tudo isso deve ser feito. Além disso, vai conferir o calendário de implantação do Bloco K, que foi dividido em etapas que se encerram em 2022. Esta, aliás, é uma informação que vai ajudá-lo a programar a adequação da sua empresa à obrigatoriedade.

Inclusive, todas essas etapas de preparação estão listadas: cadastro de produtos, estrutura dos produtos, controle de estoque, movimentação, ordens de produção, requisição de materiais e remessas para industrialização. E como dar conta de tudo isso fica muito mais fácil com a ajuda da tecnologia, no e-book ainda explicamos de que maneira um software de gestão integrada pode ser extremamente útil à sua empresa.

Ou seja, é um verdadeiro guia para entender exatamente o que o governo quer com essa regulamentação e de que maneira a sua empresa pode se beneficiar com essa exigência! Então não perca tempo. Clique no link abaixo e faça download do e-book agora mesmo:

Esperamos que este conteúdo ajude você a entender melhor o Bloco K e a visualizá-lo como uma oportunidade para alcançar os objetivos traçados para o seu negócio. Se você precisar de algum auxílio nesse sentido, entre em contato conosco! A nossa equipe está a postos para atendê-lo.

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