O uso estratégico da tecnologia no terceiro setor

Softwares que padronizam tarefas, robôs que preveem e corrigem falhas, sistemas que analisam dados automaticamente: não é difícil perceber como as inovações tecnológicas têm trazido bons resultados para a indústria e outros segmentos do setor privado, não é? Mas você já pensou no impacto do uso da tecnologia no terceiro setor?

De acordo com dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de 2017, há mais de 820 mil organizações da sociedade civil no país, como sindicatos, associações comunitárias, entidades de defesa de direitos humanos, entre outros exemplos. Em comum, todas elas têm o voluntariado como forma de trabalho e a não obtenção de lucro pelos serviços prestados.

O problema é que, justamente por esses motivos, boa parte dessas organizações acaba pecando em um aspecto essencial: a gestão. Dizemos que esse fator é fundamental porque, apesar de não ter o lucro como objetivo, uma entidade do terceiro setor tem outras preocupações, como manter a transparência, buscar visibilidade e conseguir apoio do setor público e privado.

Por isso, engana-se quem pensa que não é necessário uma boa estrutura para administrar essas instituições ou que a sua administração pode ser menos profissional. Uma boa gestão é essencial para a manutenção dessas entidades e é aí que a tecnologia no terceiro setor se mostra importante!

A importância da tecnologia no terceiro setor

Imagine o cenário que citamos no início do artigo: robôs que preveem e corrigem falhas, softwares que padronizam tarefas e sistemas que analisam dados automaticamente. Quando pensamos em uma indústria, é muito simples identificar para que serve essa tecnologia: reduzir custos, aumentar a produtividade e, por consequência, fazer crescer a lucratividade. Mas para que, então, serviria a tecnologia no terceiro setor se não é o lucro que essas instituições buscam?

Bom, mesmo não tendo a lucratividade como objetivo, você deve concordar que essas entidades têm outras metas. Pode ser alcançar mais doações de pessoas físicas, conseguir apoio de empresas privadas, firmar contratos com o poder público, ter mais visibilidade e avançar na realização dos seus projetos, por exemplo. Um robô não ajuda nisso, mas inovações tecnológicas voltadas à gestão, ao marketing e outras atividades importantes para a manutenção dos projetos sim!

Veja o caso dos sistemas de gestão integrada, também conhecidos como ERPs. Eles são fundamentais para empresas de qualquer porte e segmento, pois permitem mais agilidade e maior controle dos dados do negócio. Às entidades do terceiro setor, eles oferecem facilidades importantes para a rotina da equipe, promovendo mais tempo para que os colaboradores possam pensar em ações mais estratégicas para a causa que apoiam.

É possível, por exemplo, automatizar tarefas burocráticas e organizar melhor as informações da entidade, trazendo mais controle interno e externo, o que é importante para que os doadores tenham confiança no trabalho realizado pela organização. Além disso, alguns sistemas têm funcionalidades ainda mais adequadas às necessidades das instituições do terceiro setor.

É o caso do ERP Radar Empresarial, oferecido pela YNOS, que garante mais controle sobre a gestão dos contratos firmados, mais assertividade na prestação de contas e no acompanhamento dos gastos em cada contrato, mais organização sobre o controle patrimonial da entidade, entre outras facilidades relacionadas às tarefas que fazem parte da gestão desse tipo de entidade. Assim, é possível ter mais segurança para agir internamente e mais credibilidade com os apoiadores.

Além dos ERPs, também há outras ferramentas específicas para o gerenciamento de projetos, que permitem mapear todas as fases, conferir o andamento de cada etapa, analisar os resultados alcançados e ter mais controle sobre as ações. Existem ainda soluções tecnológicas próprias para a causa que cada entidade apoia, como softwares de gestão educacional e de gerenciamento ambiental.

Outra tecnologia que há muito tempo foi introduzida nas empresas privadas e que também pode ajudar as entidades do terceiro setor são os softwares CRM (Customer Relationship Management), conhecidos como softwares de gestão de relacionamento com o cliente. Em resumo, eles permitem conhecer e se relacionar melhor com pessoas que já apoiam ou que ainda não conhecem determinada causa, o que é importante para conseguir ainda mais suporte para a organização.

Com esses exemplos, fica claro que a tecnologia no terceiro setor pode e deve ser utilizada de forma estratégica para alcançar melhores resultados, certo? Tratam-se de soluções há muito tempo já utilizadas por instituições dos setores público e privado, mas que ainda não tiveram o seu potencial descoberto pelas entidades do terceiro setor.

Por isso, procure saber mais sobre como a tecnologia pode impactar nos resultados da organização que você gerencia ou da qual faz parte. Aqui na YNOS, nós estamos preparados para atender a sua equipe a ajudar a sua instituição a alcançar seus objetivos com o ERP Radar Empresarial! Entre em contato conosco e conheça melhor essa solução!

E se você ficou com alguma dúvida sobre o assunto ou quer compartilhar sua opinião, deixe seu comentário!

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